Reproduzo entrevista da radioagencianp,com Jorge Kajuru:www.radioagencianp.com.br
Quem o entrevista é meu amigo Danilo Augusto
“A Copa é no Brasil, mas não é para os brasileiros, afirma Kajuru”
- O Brasil será sede da Copa do Mundo de 2014. Desde 2007, quando o país foi escolhido como sede do mundial, vários questionamentos surgiram em torno desse evento.
Em entrevista a Radioagência NP – parceira do Brasil de Fato - o jornalista Jorge Kajuru afirma que o país tem plenas condições e estrutura para realização do evento. Porém, relata que o problema da Copa ser no Brasil está relacionado “a crise moral dos representantes.”
Ele critica o financiamento através de dinheiro público do BNDES no evento e pede mais postura da presidente Dilma sobre o tema. Para Kajuru, a Copa é no Brasil, mas não é para os brasileiros. E acrescenta: “É uma Copa para turistas. Quem vai pagar a conta é o brasileiro, vai sair do imposto”.
Conhecido por sua coragem de enfrentar os cartolas do futebol, Kajuru, também detalha a relação entre a Federação Internacional de Futebol (Fifa) e o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, no qual ele descreve como “ladrões públicos do futebol mundial.”
O jornalista também acusa a Rede Globo. “O Ricardo Teixeira também é intocável pela proteção da Rede Globo de Televisão”. Segundo ele, a emissora é sócia em negócios envolvendo futebol, principalmente, monopólio e exclusividade de transmissões. Leia a seguir a entrevista.
Radioagência NP: Brasil será sede da Copa do Mundo de Futebol de 2014. Como você avalia a realização deste evento em nosso país?
Jorge Kajuru: Não sou contra a Copa do Mundo no Brasil. O país tem condições e estrutura. O problema da Copa ser aqui não é estrutural, e sim, de crise moral. Vão roubar de nós brasileiros, pagadores de impostos, porque sairá de forma pública a maior parte de dinheiro gasto em Copa do Mundo. O governo federal, em pleno o governo do presidente Lula, teve que assinar um documento no qual a Fifa ganhará todo o dinheiro da Copa sem pagar qualquer centavo de tributos. A Fifa aceitou o Brasil como sede da Copa tendo essa condição como base de negócio. Todo dinheiro faturado aqui ela (Fifa) vai levar para a Suíça e fazer o divisão entre os ladrões públicos do futebol mundial.
Radioagência NP: Você já declarou que vai torcer contra a seleção brasileira na Copa, por quê?
JK: Vou torcer contra o Brasil na Copa de 2014. Também vou rezar para que na final o Brasil esteja, e que, exatamente na final, o Brasil perca de forma vergonhosa. E que haja, no Maracanã, com o segundo maracanasso, um linchamento público verbal contra a figura do senhor Ricardo Teixeira. O estádio inteiro em eco para que ele criasse vergonha na cara e deixasse a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e também o Brasil, e se juntasse ao seu bando e quadrilha lá da Suíça.
Radioagência NP: A realização da Copa demanda um investimento financeiro muito alto. Grande parte vem por meio do financiamento do BNDES. Você é a favor de financiamento público em um evento, que como você disse, terá o lucro dividido em meios privados?
JK: A Copa é no Brasil, mas não é para os brasileiros. É uma Copa para turistas. Quem vai pagar a conta é o brasileiro, vai sair do imposto. O BNDES já colocou R$ 4,8 bi na Copa. Até 2014 pode dobrar esse valor. O mais grave é que quando foi definido o Brasil como sede da Copa, ficou estabelecido de forma pública, para todos os brasileiros – nas palavras do então presidente Lula e do Ricardo Teixeira – que não se gastaria nenhum centavo público para Copa do Mundo, que todas as despesas seriam privadas. O governo e o Ricardo Teixeira mentiram, foram canalhas.
Radioagência NP: E como você avalia o papel da presidente Dilma neste processo?
JK: O que ela disse foi o mais grave. A presidente Dilma afirmou que não poderia divulgar os valores financeiros gastos pelo governo até 2014, que eram informações sigilosas. Isso é revoltante. Qualquer brasileiro minimamente sério, qualquer jornalista minimamente descente e qualquer veículo de comunicação minimamente ético teriam que cobrar da presidente essa postura lamentável. Não pode gastar dinheiro público e não informar e divulgar para onde foi.
Radioagência NP: Recentemente, o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, recebeu uma série de acusações. Mesmo assim, ele continua impune. Por que essas acusações não surtem efeito internacionalmente, dentro da Fifa?
JK: O Ricardo Teixeira é blindado porque ele faz parte da quadrilha da Fifa. Ele é intocável porque é sócio do Joseph Blatter [presidente da Fifa] e protegido por João Havelange, presidente de honra da Fifa e dono da máfia do futebol internacional. Havelange e Ricardo Teixeira são donos da Traffic – a empresa que detêm os direitos internacionais de venda de transmissão de futebol para veículos de comunicação do mundo inteiro. A Traffic não é do jornalista Jota Ávila. O Jota é “laranja” do Havelange e do Ricardo, a imprensa esportiva sabe disso é ignora de forma vergonhosa.
Radioagência NP: E no âmbito nacional, por que nada acontece?
JK: Primeiro porque o povo brasileiro não tem coragem de protestar. O povo brasileiro é uma decepção no que se refere a protesto contra coisas públicas horríveis. Ninguém tem coragem de falar isso, falar isso é brigar com o povo, mas não faço média com o povo. Amo o povo porque é a maior celebridade deste país, é feliz recebendo um salário mínimo de R$ 600. Mas não vou dizer que o povo tem cultura de protesto. O Ricardo Teixeira também é intocável pela proteção da Rede Globo de Televisão. A Globo é sócia em negócios envolvendo futebol, principalmente, monopólio e exclusividade de transmissões. Isso se chama ditadura da audiência.
Radioagência NP: Mas a Globo não vende direitos de transmissão para a Bandeirantes?
JK: A Band não paga pelos direitos de transmissão. Ela é presenteada pela Rede Globo desde que, editorialmente, cumpra as mesmas regras da Globo para com o Ricardo Teixeira.
Radioagência NP: Muitas pessoas defendem que a CBF teria uma melhor gestão se as eleições fossem mais democrática, com participação popular. Você concorda com essa proposta?
JK: Tudo isso não passa de uma fantasia neste Brasil dirigido e presidido por quem é. O PT fará com que a CBF se perpetue com esses mesmos canalhas que estão lá. Embora o ex-presidente Lula – nas eleições de 2002 – tenha prometido que tiraria o Ricardo do comando do futebol brasileiro e que abriria a caixa da CBF. Foi mentira dele. No primeiro mês de governo ele já era melhor amigo do Teixeira. Ninguém é amigo do Teixeira sem que financeiramente tenha nenhum benefício. Portanto, o PT como partido político deve ter ganhado muita grana do futebol brasileiro – da CBF. É um sonho essa história de eleição direta, do povo votando.
Radioagência NP: E qual o participação das federações, dos clubes e da Rede Globo nesse processo de permanência do Ricardo Teixeira dentro da CBF?
JK: As federações são Ricardo Teixeira. Já nos clubes isso não acontece mais. Na última votação para escolher o presidente do Clube dos 13, a CBF e a Rede Globo tomaram uma derrota vergonhosa. Eles queriam uma vitória do Cleber Leite contra o Fábio Koff. E como isso não aconteceu, o São Paulo foi punido, o Morumbi foi punido e não será sede de abertura de Copa do Mundo. O Ricardo Teixeira, ao lado do seu amigo Andrés Sanchez – presidente do Corinthians – não quiseram. Se o país fosse sério, Andrés e Ricardo Teixeira estariam presos. É por isso que agora a Rede Globo quer tirar o Fábio Koff do comando dos 13 e ameaça acabar com o Clube e montar uma Liga Nacional para mandar mais ainda no futebol brasileiro.
Radioagência NP: Recentemente, a Rede Record entrou na disputa com a Globo para transmitir jogos do campeonato Brasileiro. Essa quebra de monopólio seria boa para o futebol?
JK: Não existe nenhuma diferença na maneira em que Record e Rede Globo cresceram e se transformaram em império. A Globo nasceu de um escândalo chamado Time Life e a Record se transformou em império com dinheiro de fiéis. Acrescente, além do monopólio, a expressão ditadura de audiência. Mesmo não havendo diferença, também na parte editorial, é preciso reconhecer que a proposta da Record é três vezes maior. E ainda, a Record garantia que o jogo, em sua grade de programação, seria às 20h e não às 22h. Hoje, ainda temos que esperar a novela acabar para começar um jogo. Pior, esses jogos acabam meia noite ou 1h quando já não tem mais transporte público. Isso é um absurdo, um crime. Tudo ficou na mesma e seja o que Deus quiser.
Radioagência NP: Qual o papel da Rede Globo e dos veículos de comunicação no Brasil para que essas mazelas do futebol se perpetuem?
JK: O papel da Globo é somente o dinheiro. Quanto o papel dos demais veículos de comunicação deveria ser o jornalismo. A imprensa foi feita para servir o povo, e não se servir do povo. E o que acontece com a maior parte da imprensa, nesta questão que estamos debatendo aqui, é que a imprensa está se servindo do povo. São raras as exceções que não fazem isso, como a ESPN, o jornal o Lance. Também existem alguns jornalistas independentes, como o Juca Kfouri. Poucos veículos ousam falar de Ricardo Teixera. O problema é que as grandes empresas brasileiras também são amigas do senhor Teixeira. E são todas calhordas quanto Ricardo Teixeira essas grandes agências de publicidades, esse monopólio de grandes empresas que só anunciam em veículos que não praticam o jornalismo esportivo independente, investigativo, sério e descente. É mais que uma máfia, é um cartel.
Radioagência NP: Muitas pessoas te classificam como um pessimista e inimigo do futebol. Você realmente gosta deste esporte?
JK: Tem pessoas que me consideram um crítico, um louco, um do contra e um pessimista. Eu amo o futebol nas quatro linhas. Quem não vai gostar de um drible do Neymar [Santos Futebol Clube]. Uma bela jogada e um passe de calcanhar do jogador Ganso [Santos Futebol Clube] e do Lucas [São Paulo Futebol Clube]. Ninguém vai me fazer deixar de gostar, de ver e de falar bem do bom futebol. Vou defender e aplaudir jogadores e treinadores acima da média. Agora não queiram que eu dê uma entrevista e que deixe de falar em relação a essa escumalha que comanda o futebol brasileiro. Se eu não denunciasse isso eu não seria um jornalista, e sim, um picareta e assessor do Ricardo Teixeira. Mas o futebol dentro de campo é minha paixão e alegria.
De São Paulo, da Radioagência NP, Danilo Augusto.
09/09/11
O jornalista Jorge Kajuru é autor do livro “Condenado A Falar De A a Z - Pólvora Pura.” Para adquirir o livro você pode fazer o pedido pelo e-mail: livrokajuru@gmail.com
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
domingo, 4 de setembro de 2011
Em Defesa do Estado Democrático de Direito
.Justiça para José Dirceu
Do blogcidadania.com.br
Eduardo Guimarães
Este não é um texto em defesa de José Dirceu, mas em defesa do Estado Democrático de Direito, da verdade e da justiça. E, para defender esses valores pétreos das sociedades civilizadas, é preciso que se exija que o ex-ministro seja julgado e que o resultado desse julgamento seja respeitado – o que, se ocorrer, terá que gerar determinados desdobramentos.
Essa discussão ganha importância concomitantemente com a efervescente cerimônia de abertura do 4º Congresso do Partido dos Trabalhadores, ontem à noite em Brasília.
Sobre o evento, vale anotar, acima de que o PT, Lula e Dilma, unidos, deram mostras de apoio à regulação da mídia, que manifestaram claro apoio e solidariedade a Dirceu, além do presidente do partido, em uma demonstração clara de que repudiam a versão da revista Veja de que o ex-ministro seria um “conspirador” contra o atual governo e sua titular.
Aproveitando um momento em que, graças aos últimos acontecimentos, o PT e Dilma finalmente parecem ter abandonado as ilusões quanto à possibilidade de a grande mídia se portar com um mínimo de sensatez e, assim, decidido, ao menos retoricamente, adotar postura mais corajosa e assertiva, há que deixar claras as coisas sobre o caso de Dirceu.
Para quem não sabe ou não se lembra, Dirceu, junto com Lula, foi o responsável pela postura “pragmática” que fez o PT chegar ao poder. E como grande parte da estratégia que elegeu o ex-presidente em 2002 se deve ao ex-ministro, ele era, até 2005, o potencial candidato à sucessão de Lula em 2010.
Dirceu sempre disse que não foi cassado pelo que fez, mas pelo que representava. E, ainda hoje, conforme mostra a foto que o portal Globo.com usou para noticiar o Congresso do PT esse homem é alvo de um ódio da direita midiática muito maior do que ela dedica a Lula.
Sobre a foto, também vale comentar que expressa a opinião do veículo que a publicou. Qualquer ser humano, até o mais belo, pode ser fotografado de ângulo em que seja prejudicado e o Globo.com fotografou Dirceu por um ângulo e de uma forma em que ficou parecendo meio que demoníaco.
Vamos em frente. Dirceu teve sua carreira política interrompida sob denúncias que ainda terão seu mérito julgado pelo Supremo Tribunal Federal. Até lá, emitir condenações ou absolvições contra ou a favor dele não passará de exercício de política partidária.
O que se espera, portanto, é que se faça justiça a Dirceu. Se for condenado, terá que arcar com a pena; se for absolvido, porém, terá direito a tudo o que lhe foi tirado. Nesta hipótese, deveria poder ocupar qualquer cargo público e disputar já a eleição de 2014. O Congresso Nacional deveria, então, absolvê-lo da perda de direitos políticos até 2016.
Não estou defendendo Dirceu, mas que a decisão da Justiça sobre ele seja respeitada seja ela qual for. Porque aqueles que tentam vender a idéia de que ele já foi julgado e condenado certamente tentarão desqualificar uma sua eventual absolvição. Nesse caso, este blog defenderá que seu direito seja respeitado assim como defenderia que fosse punido, se fosse condenado.
Pela coragem e história de José Dirceu, aqui não haveria hesitação em pregar que se candidate a presidente da República mesmo se for só em 2018. Ele tem o carisma e a liderança de que o Brasil precisa. Se as acusações contra si se mostrarem falsas graças a uma eventual absolvição pelo STF, terá o voto deste blogueiro em qualquer eleição que disputar.
Do blogcidadania.com.br
Eduardo Guimarães
Este não é um texto em defesa de José Dirceu, mas em defesa do Estado Democrático de Direito, da verdade e da justiça. E, para defender esses valores pétreos das sociedades civilizadas, é preciso que se exija que o ex-ministro seja julgado e que o resultado desse julgamento seja respeitado – o que, se ocorrer, terá que gerar determinados desdobramentos.
Essa discussão ganha importância concomitantemente com a efervescente cerimônia de abertura do 4º Congresso do Partido dos Trabalhadores, ontem à noite em Brasília.
Sobre o evento, vale anotar, acima de que o PT, Lula e Dilma, unidos, deram mostras de apoio à regulação da mídia, que manifestaram claro apoio e solidariedade a Dirceu, além do presidente do partido, em uma demonstração clara de que repudiam a versão da revista Veja de que o ex-ministro seria um “conspirador” contra o atual governo e sua titular.
Aproveitando um momento em que, graças aos últimos acontecimentos, o PT e Dilma finalmente parecem ter abandonado as ilusões quanto à possibilidade de a grande mídia se portar com um mínimo de sensatez e, assim, decidido, ao menos retoricamente, adotar postura mais corajosa e assertiva, há que deixar claras as coisas sobre o caso de Dirceu.
Para quem não sabe ou não se lembra, Dirceu, junto com Lula, foi o responsável pela postura “pragmática” que fez o PT chegar ao poder. E como grande parte da estratégia que elegeu o ex-presidente em 2002 se deve ao ex-ministro, ele era, até 2005, o potencial candidato à sucessão de Lula em 2010.
Dirceu sempre disse que não foi cassado pelo que fez, mas pelo que representava. E, ainda hoje, conforme mostra a foto que o portal Globo.com usou para noticiar o Congresso do PT esse homem é alvo de um ódio da direita midiática muito maior do que ela dedica a Lula.
Sobre a foto, também vale comentar que expressa a opinião do veículo que a publicou. Qualquer ser humano, até o mais belo, pode ser fotografado de ângulo em que seja prejudicado e o Globo.com fotografou Dirceu por um ângulo e de uma forma em que ficou parecendo meio que demoníaco.
Vamos em frente. Dirceu teve sua carreira política interrompida sob denúncias que ainda terão seu mérito julgado pelo Supremo Tribunal Federal. Até lá, emitir condenações ou absolvições contra ou a favor dele não passará de exercício de política partidária.
O que se espera, portanto, é que se faça justiça a Dirceu. Se for condenado, terá que arcar com a pena; se for absolvido, porém, terá direito a tudo o que lhe foi tirado. Nesta hipótese, deveria poder ocupar qualquer cargo público e disputar já a eleição de 2014. O Congresso Nacional deveria, então, absolvê-lo da perda de direitos políticos até 2016.
Não estou defendendo Dirceu, mas que a decisão da Justiça sobre ele seja respeitada seja ela qual for. Porque aqueles que tentam vender a idéia de que ele já foi julgado e condenado certamente tentarão desqualificar uma sua eventual absolvição. Nesse caso, este blog defenderá que seu direito seja respeitado assim como defenderia que fosse punido, se fosse condenado.
Pela coragem e história de José Dirceu, aqui não haveria hesitação em pregar que se candidate a presidente da República mesmo se for só em 2018. Ele tem o carisma e a liderança de que o Brasil precisa. Se as acusações contra si se mostrarem falsas graças a uma eventual absolvição pelo STF, terá o voto deste blogueiro em qualquer eleição que disputar.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Boa notícia aos sãopaulinos
Luis Fabiano trabalhará em dois períodos neste sábado
Se a carga de exercícios deste sábado não for alta, atacante voltará ao CT no domingo. Ele pode ir a campo na segunda
Indique para seu amigo
Via lancenet
Luis Fabiano pode ir a campo nesta segunda-feira
LANCEPRESS!
Publicada em 02/09/2011 às 20:18
São Paulo (SP)
Enquanto o elenco do São Paulo já está em Florianópolis para o jogo contra o Figueirense, Luis Fabiano fará neste sábado trabalho em dois períodos no CT da Barra Funda. Ele ficará no Reffis pela manhã e, à tarde, irá para a piscina.
O atacante segue firme sua recuperação da cirurgia plástica feita para corrigir a cicatrização da primeira cirurgia realizada no tendão próximo ao joelho direito. Todos no clube estão animados com a evolução do atleta e existe a expectativa do camisa 9 fazer um trabalho no campo na segunda-feira.
Durante esses seis meses de tratamento, Fabuloso passou vários domingos no Reffis. A decisão se ele irá treinar também neste domingo só vai ser tomada após os exercícios de de sábado. Os fisioterapeutas avaliarão a condição do atleta e se ele estiver exausto ganhará o domingo de folga.
No Reffis, Luis Fabiano manterá sua rotina de fortalecimento na perna direita. Paralelo a isso, o departamento médico trabalha para um equilíbrio de forças entre as duas pernas. O atacante também realiza exercícios na esteira, bicicleta e transport (todos aeróbicos).
Na primeira vez em que pisar novamente no gramado, Fabuloso não terá contato com a bola. Apenas exercícios físicos serão realizados. No entanto, não irá demorar muito para ele matar a saudade da bola, já que os preparadores físicos acreditam que ele poderá disputar uma partida duas semanas após começar os trabalhos no gramado.
Se em todas essas etapas, a evolução continuar como está sendo, a tão esperada reestreia do camisa 9 pelo São Paulo pode acontecer no próximo dia 17, no Morumbi, em duelo com o Ceará, pelo Brasileirão. Como o LANCENET! revelou, embora o clube ainda não faça previsões oficiais sobre a volta do artilheiro, essa data é tratada internamente, até por Luis Fabiano, como a possibilidade mais otimista de seu retorno.
Apresentado em 29 de março, o centroavante ainda não conseguiu vestir a camisa do Tricolor.
Se a carga de exercícios deste sábado não for alta, atacante voltará ao CT no domingo. Ele pode ir a campo na segunda
Indique para seu amigo
Via lancenet
Luis Fabiano pode ir a campo nesta segunda-feira
LANCEPRESS!
Publicada em 02/09/2011 às 20:18
São Paulo (SP)
Enquanto o elenco do São Paulo já está em Florianópolis para o jogo contra o Figueirense, Luis Fabiano fará neste sábado trabalho em dois períodos no CT da Barra Funda. Ele ficará no Reffis pela manhã e, à tarde, irá para a piscina.
O atacante segue firme sua recuperação da cirurgia plástica feita para corrigir a cicatrização da primeira cirurgia realizada no tendão próximo ao joelho direito. Todos no clube estão animados com a evolução do atleta e existe a expectativa do camisa 9 fazer um trabalho no campo na segunda-feira.
Durante esses seis meses de tratamento, Fabuloso passou vários domingos no Reffis. A decisão se ele irá treinar também neste domingo só vai ser tomada após os exercícios de de sábado. Os fisioterapeutas avaliarão a condição do atleta e se ele estiver exausto ganhará o domingo de folga.
No Reffis, Luis Fabiano manterá sua rotina de fortalecimento na perna direita. Paralelo a isso, o departamento médico trabalha para um equilíbrio de forças entre as duas pernas. O atacante também realiza exercícios na esteira, bicicleta e transport (todos aeróbicos).
Na primeira vez em que pisar novamente no gramado, Fabuloso não terá contato com a bola. Apenas exercícios físicos serão realizados. No entanto, não irá demorar muito para ele matar a saudade da bola, já que os preparadores físicos acreditam que ele poderá disputar uma partida duas semanas após começar os trabalhos no gramado.
Se em todas essas etapas, a evolução continuar como está sendo, a tão esperada reestreia do camisa 9 pelo São Paulo pode acontecer no próximo dia 17, no Morumbi, em duelo com o Ceará, pelo Brasileirão. Como o LANCENET! revelou, embora o clube ainda não faça previsões oficiais sobre a volta do artilheiro, essa data é tratada internamente, até por Luis Fabiano, como a possibilidade mais otimista de seu retorno.
Apresentado em 29 de março, o centroavante ainda não conseguiu vestir a camisa do Tricolor.
A Preocupação da Folha...
A preocupação da Folha é saber quem foi mais aplaudido no congresso do PT...que falta de matéria.....Só faltou contar as palmas.....
Do site da Folha
BERNARDO MELLO FRANCO
ENVIADO A BRASÍLIA
CATIA SEABRA
ANA FLOR
DE BRASÍLIA
O ex-ministro José Dirceu (Casa Civil), réu do processo do mensalão e ex-deputado cassado em 2005, foi homenageado e recebeu um desagravo na abertura do 4º Congresso do PT.
Ele foi mais aplaudido que a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na abertura do encontro, na noite desta sexta-feira (2), em Brasília.
Os militantes que lotam o auditório do evento cantaram, em coro, um mote de antigas campanhas petistas: "Dirceu guerreiro / Do povo brasileiro".
No discurso inaugural, o presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Artur Henrique, propôs um ato de desagravo a Dirceu, como a Folha antecipou na quinta-feira (1º).
O sindicalista defendeu uma "moção de repúdio pelo crime cometido por uma famosa revista brasileira contra o companheiro José Dirceu e contra a livre imprensa neste país".
Os petistas protestam contra reportagem da revista "Veja" que, há uma semana, relatou encontros de Dirceu com ministros de Dilma e o acusou de ter conspirado pela queda do ex-ministro Antonio Palocci (Casa Civil).
Do site da Folha
BERNARDO MELLO FRANCO
ENVIADO A BRASÍLIA
CATIA SEABRA
ANA FLOR
DE BRASÍLIA
O ex-ministro José Dirceu (Casa Civil), réu do processo do mensalão e ex-deputado cassado em 2005, foi homenageado e recebeu um desagravo na abertura do 4º Congresso do PT.
Ele foi mais aplaudido que a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na abertura do encontro, na noite desta sexta-feira (2), em Brasília.
Os militantes que lotam o auditório do evento cantaram, em coro, um mote de antigas campanhas petistas: "Dirceu guerreiro / Do povo brasileiro".
No discurso inaugural, o presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Artur Henrique, propôs um ato de desagravo a Dirceu, como a Folha antecipou na quinta-feira (1º).
O sindicalista defendeu uma "moção de repúdio pelo crime cometido por uma famosa revista brasileira contra o companheiro José Dirceu e contra a livre imprensa neste país".
Os petistas protestam contra reportagem da revista "Veja" que, há uma semana, relatou encontros de Dirceu com ministros de Dilma e o acusou de ter conspirado pela queda do ex-ministro Antonio Palocci (Casa Civil).
Dirceu Vai Pra Cima da Criminosa Veja
Reproduzo entrevista do blog do Rovai com José Dirceu:
Renato Rovai é editor da revista Fórum outro mundo em debate.
Entrevista exclusiva: Zé Dirceu diz que vai à OEA e SIP contra Veja
Entrevistei o ex-ministro José Dirceu por telefone. Ele disse que está aguardando a investigação policial para processar a Veja, mas que vai, inclusive, à OEA e à SIP contra a revista. Dirceu cogita várias hipóteses para a tentativa de invasão do seu apartamento no Hotel Naoum, até a de terem tentado colocar uma escuta no seu quarto.
Também afirma que não recebeu solidariedade de nenhum diretor de grande veículo da imprensa nacional no episódio: “Eles querem me ver morto ou preso.”
Ministro, o senhor acha que a revista Veja só soltou esta matéria de capa no último final de semana em decorrência de o hotel ter registrado o boletim de ocorrência pela tentativa de invasão do seu quarto, já que as fotos que eles utilizam são de junho?
Não. Acho que eles iriam soltar a matéria de qualquer jeito. O que estavam discutindo é se faziam capa ou não. Quando fizemos o Boletim de Ocorrência, resolveram fazer capa. A matéria eles iriam fazer. Na verdade, o que precisamos avaliar é por que eles fizeram essa matéria. Se foi por causa do julgamento no Supremo ou se é uma tentativa de criar algo novo contra o governo. Porque se você analisar eles fracassaram na questão da separação da Dilma, de dividir a base dela, entendeu? De tirar o PMDB e o PR da base. E para piorar, para eles, o PV acabou decidindo apoiar a Dilma. Além de o Fernando Henrique e o Aécio terem feito este gesto de estender a mão, sem entrar no mérito da divisão do PSDB, com o Álvaro Dias e o Serra se posicionando contra.
O resultado final disso tudo é que a estratégia de rachar a base do governo não deu certo. E eles voltam para a estratégia deles.
Não sei se você se recorda, mas em setembro, quando fui à Bahia, fizeram toda aquela campanha de que eu estaria em uma linha de confrontar a Dilma. Agora voltam para isso.
Na verdade essa é a segunda hipótese. A primeira é que eles produziram esta matéria para tentar influenciar o julgamento no Supremo Tribunal Federal. Mas a coisa vai se complicar, porque tudo indica que eles plantaram uma câmera lá no hotel. É quase certeza isso.
O senhor esta falando da câmera no corredor?
Exato, que não é a câmera do hotel. A situação vai começar a complicar, porque vai se descobrir quem plantou a câmera lá. Brasília é muito pequena e eu estou sentindo empenho por parte da policia.
O senhor vai processar a Veja?
Isso eu tenho que fazer na hora que tiver a informação de que a câmera foi plantada e souber quem fez isso. Muita gente considera isso gravíssimo. A Veja não está tendo defensores neste episódio. A mídia não critica, mas também não a defende. A Folha, o Globo, o Estadão, por exemplo, não deram matéria, mas também não defenderam a Veja. Se nós conseguirmos provar que foi uma câmera plantada e viermos a descobrir o nome da pessoa que fez isso, daí eu já tenho dois dos melhores criminalistas do Brasil que vão trabalhar numa ação contra eles. Mas, só posso fazer a coisa na hora certa, porque se não eles vão transformar em censura e essas coisas todas. Já começaram a desviar o foco com a história da discussão da regulação da mídia no Congresso do PT. Todo encontro do PT aprova isso. E eu nunca liguei o assunto da Veja a regulação, porque o assunto da Veja é caso de policia, de delegacia. Não é uma questão política, o que a Veja fez é crime. Eles têm que ser processados por crime, não é porque falaram isso ou aquilo de mim. Isso é outra discussão. Se eu estou tendo influência no governo, se eu estou fazendo advocacia administrativa, em relação a esses assuntos ela pode falar o que ela quiser. E eu respondo. Mas o caso é outro… caso de polícia.
Não consigo entender por que eles guardaram essas imagens desde junho, o senhor tem alguma hipótese em relação a isso?
É mais provável que eles só vieram a receber essa fita agora. Alguém pode ter vendido essa fita para eles, porque necessariamente eles não têm de estar na origem da fita. Mas isso é tudo hipótese. Outra hipótese é que eles estavam tentando me grampear, porque o jornalista pode ter tentando entrar no meu apartamento para várias coisas. Pode ter tentado entrar para colocar droga, dinheiro ou ainda para colocar uma escuta. Hoje existem escutas muito sofisticadas.
Ou seja, para mover uma ação o senhor vai esperar a investigação policial avançar?
Temos que fazer uma ação muito bem feita, porque em geral a justiça é sempre pró-mídia, né?
Mas digamos que o caso Murdoch cria um novo tipo de jurisprudência…
Claro, a situação hoje em dia é melhor. Por isso estou pensando em ir aos Direitos Humanos da OEA (Organização dos Estados Americanos) e fazer uma provocação a eles. E ao mesmo tempo fazer uma representação contra a Veja na SIP (Sociedade Interamericana de Imprensa). Fazer o que eles fazem com a Venezuela e com Cuba. Aí é mais provocação, porque a gente conhece a SIP, né? (Se o leitor não conhece, vale a pena ler este texto do Altamiro Borges).
Ou seja, o senhor vai fazer uma ação política de cunho mais internacional?
Isso, pretendo fazer isso. Eu não vou deixar barato, não. Vou confrontar… vou enfrentar a Veja.
Por fim, o senhor teve alguma solidariedade de diretores de redação ou de proprietários de veículos comerciais tradicionais?
Não. Eles querem me ver morto ou preso.
PS: Na entrevista José Dirceu disse que apenas Reinaldo Azevedo, Lucia Hipólito e Augusto Nunes defenderam a revista Veja. E acrescentou: mas eles… Não sei porque cargas d´água eu saltei esse trecho na hora da transcrição.
Renato Rovai é editor da revista Fórum outro mundo em debate.
Entrevista exclusiva: Zé Dirceu diz que vai à OEA e SIP contra Veja
Entrevistei o ex-ministro José Dirceu por telefone. Ele disse que está aguardando a investigação policial para processar a Veja, mas que vai, inclusive, à OEA e à SIP contra a revista. Dirceu cogita várias hipóteses para a tentativa de invasão do seu apartamento no Hotel Naoum, até a de terem tentado colocar uma escuta no seu quarto.
Também afirma que não recebeu solidariedade de nenhum diretor de grande veículo da imprensa nacional no episódio: “Eles querem me ver morto ou preso.”
Ministro, o senhor acha que a revista Veja só soltou esta matéria de capa no último final de semana em decorrência de o hotel ter registrado o boletim de ocorrência pela tentativa de invasão do seu quarto, já que as fotos que eles utilizam são de junho?
Não. Acho que eles iriam soltar a matéria de qualquer jeito. O que estavam discutindo é se faziam capa ou não. Quando fizemos o Boletim de Ocorrência, resolveram fazer capa. A matéria eles iriam fazer. Na verdade, o que precisamos avaliar é por que eles fizeram essa matéria. Se foi por causa do julgamento no Supremo ou se é uma tentativa de criar algo novo contra o governo. Porque se você analisar eles fracassaram na questão da separação da Dilma, de dividir a base dela, entendeu? De tirar o PMDB e o PR da base. E para piorar, para eles, o PV acabou decidindo apoiar a Dilma. Além de o Fernando Henrique e o Aécio terem feito este gesto de estender a mão, sem entrar no mérito da divisão do PSDB, com o Álvaro Dias e o Serra se posicionando contra.
O resultado final disso tudo é que a estratégia de rachar a base do governo não deu certo. E eles voltam para a estratégia deles.
Não sei se você se recorda, mas em setembro, quando fui à Bahia, fizeram toda aquela campanha de que eu estaria em uma linha de confrontar a Dilma. Agora voltam para isso.
Na verdade essa é a segunda hipótese. A primeira é que eles produziram esta matéria para tentar influenciar o julgamento no Supremo Tribunal Federal. Mas a coisa vai se complicar, porque tudo indica que eles plantaram uma câmera lá no hotel. É quase certeza isso.
O senhor esta falando da câmera no corredor?
Exato, que não é a câmera do hotel. A situação vai começar a complicar, porque vai se descobrir quem plantou a câmera lá. Brasília é muito pequena e eu estou sentindo empenho por parte da policia.
O senhor vai processar a Veja?
Isso eu tenho que fazer na hora que tiver a informação de que a câmera foi plantada e souber quem fez isso. Muita gente considera isso gravíssimo. A Veja não está tendo defensores neste episódio. A mídia não critica, mas também não a defende. A Folha, o Globo, o Estadão, por exemplo, não deram matéria, mas também não defenderam a Veja. Se nós conseguirmos provar que foi uma câmera plantada e viermos a descobrir o nome da pessoa que fez isso, daí eu já tenho dois dos melhores criminalistas do Brasil que vão trabalhar numa ação contra eles. Mas, só posso fazer a coisa na hora certa, porque se não eles vão transformar em censura e essas coisas todas. Já começaram a desviar o foco com a história da discussão da regulação da mídia no Congresso do PT. Todo encontro do PT aprova isso. E eu nunca liguei o assunto da Veja a regulação, porque o assunto da Veja é caso de policia, de delegacia. Não é uma questão política, o que a Veja fez é crime. Eles têm que ser processados por crime, não é porque falaram isso ou aquilo de mim. Isso é outra discussão. Se eu estou tendo influência no governo, se eu estou fazendo advocacia administrativa, em relação a esses assuntos ela pode falar o que ela quiser. E eu respondo. Mas o caso é outro… caso de polícia.
Não consigo entender por que eles guardaram essas imagens desde junho, o senhor tem alguma hipótese em relação a isso?
É mais provável que eles só vieram a receber essa fita agora. Alguém pode ter vendido essa fita para eles, porque necessariamente eles não têm de estar na origem da fita. Mas isso é tudo hipótese. Outra hipótese é que eles estavam tentando me grampear, porque o jornalista pode ter tentando entrar no meu apartamento para várias coisas. Pode ter tentado entrar para colocar droga, dinheiro ou ainda para colocar uma escuta. Hoje existem escutas muito sofisticadas.
Ou seja, para mover uma ação o senhor vai esperar a investigação policial avançar?
Temos que fazer uma ação muito bem feita, porque em geral a justiça é sempre pró-mídia, né?
Mas digamos que o caso Murdoch cria um novo tipo de jurisprudência…
Claro, a situação hoje em dia é melhor. Por isso estou pensando em ir aos Direitos Humanos da OEA (Organização dos Estados Americanos) e fazer uma provocação a eles. E ao mesmo tempo fazer uma representação contra a Veja na SIP (Sociedade Interamericana de Imprensa). Fazer o que eles fazem com a Venezuela e com Cuba. Aí é mais provocação, porque a gente conhece a SIP, né? (Se o leitor não conhece, vale a pena ler este texto do Altamiro Borges).
Ou seja, o senhor vai fazer uma ação política de cunho mais internacional?
Isso, pretendo fazer isso. Eu não vou deixar barato, não. Vou confrontar… vou enfrentar a Veja.
Por fim, o senhor teve alguma solidariedade de diretores de redação ou de proprietários de veículos comerciais tradicionais?
Não. Eles querem me ver morto ou preso.
PS: Na entrevista José Dirceu disse que apenas Reinaldo Azevedo, Lucia Hipólito e Augusto Nunes defenderam a revista Veja. E acrescentou: mas eles… Não sei porque cargas d´água eu saltei esse trecho na hora da transcrição.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
A Veja Não Toma Jeito...
Não considero José Dirceu nem o santo que muitos petistas acham, muito menos o demônio que a direita o pinta, mas o que a revista Veja fez para tentar arranhar sua reputação foi de uma canalhice sem tamanho! Tentar invadir o apartamento que o ex ministro da casa civil se hospeda em Brasília é um ato criminoso de picaretas que merecem ser banidos da pratica do jornalismo.
Mais uma vez a Veja mostra que não tem escrúpulos, praticando o banditismo jornalistico para tentar desestabilizar o governo e seus aliados, de uma forma covarde, anti democrática que deixa todas as pessoas de bem com nojo desse dito jornalismo de esgoto praticado por essa revista bizarra e sem crédito.
Não é a primeira vez que essa revista fascista prática atos imundos para tentar aparecer para a opinião pública, ou alguém se esquece de quando essa revistinha disse que Lula financiava as Farcs, que Cuba financiava a campanha do Lula, entre outras idiotices sem provas?
Veja passou do limite da irresponsabilidade! É necessário um basta para suas práticas criminosas, ou se não vai continuar publicando inverdades para tentar alienar ainda mais os leitores de sua revista.
É uma boa oportunidade para o governo voltar a pensar sobre uma lei de regulamentação da mídia, como a lei de medios na Argentina, pois a imprensa não está acima da lei. Espero que o governo de Dilma pare de bajular a mídia e enfrente os barões da mídia, para construirmos um modelo de imprensa verdadeiramnete democrático, coisa que não acontece no Brasil. Que Veja pague pelos seus inúmeros crimes.
Mais uma vez a Veja mostra que não tem escrúpulos, praticando o banditismo jornalistico para tentar desestabilizar o governo e seus aliados, de uma forma covarde, anti democrática que deixa todas as pessoas de bem com nojo desse dito jornalismo de esgoto praticado por essa revista bizarra e sem crédito.
Não é a primeira vez que essa revista fascista prática atos imundos para tentar aparecer para a opinião pública, ou alguém se esquece de quando essa revistinha disse que Lula financiava as Farcs, que Cuba financiava a campanha do Lula, entre outras idiotices sem provas?
Veja passou do limite da irresponsabilidade! É necessário um basta para suas práticas criminosas, ou se não vai continuar publicando inverdades para tentar alienar ainda mais os leitores de sua revista.
É uma boa oportunidade para o governo voltar a pensar sobre uma lei de regulamentação da mídia, como a lei de medios na Argentina, pois a imprensa não está acima da lei. Espero que o governo de Dilma pare de bajular a mídia e enfrente os barões da mídia, para construirmos um modelo de imprensa verdadeiramnete democrático, coisa que não acontece no Brasil. Que Veja pague pelos seus inúmeros crimes.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
A "Faxina" de Dilma
Reproduzo texto do blog do Rodrigo Vianna:www.rodrigovianna.com.br
O sentido político da “faxina” de Dilma
Por Felipe Amin Filomeno, no Outras Palavras
O que a “faxina” que a presidente Dilma Rousseff está realizando nos ministérios tem a dizer sobre a conjuntura social do Brasil contemporâneo? Num sentido amplo, é um fenômeno político implicado na trajetória de crescimento econômico com equidade social promovida desde 2003 pelas administrações do PT. Ao longo desta trajetória, as forças sociais conservadoras foram esvaziadas de um discurso crítico sobre política econômica e social, tendo que concentrar seus esforços em ataques à corrupção. Por outro lado, à medida em que a democracia se fortalece e problemas sócio-econômicos são minimizados, segmentos politicamente conscientes da sociedade tendem a apresentar novas demandas ao Estado, tal como o combate à corrupção.
A novidade de Dilma pode ser a passagem de uma estratégia defensiva para outra de ataque, capaz de enfraquecer ainda mais as forças conservadoras. A “social democracia globalizada” de Lula trouxe aumento da massa salarial e do nível de emprego, redução das desigualdades e incorporação de milhares de brasileiros à classe média. Como estratégia politicamente moderada de desenvolvimento, envolveu a criação de uma ampla coalizão de centro-esquerda, tendo PT e PMDB como componentes principais. Para os intelectuais de esquerda e movimentos sociais mais radicais, a agenda meramente reformista de Lula foi uma decepção. O que estes talvez não tenham percebido é que foi justamente a “moderação” de Lula uma das principais causas de uma grande vitória da esquerda brasileira: a anulação do Democratas, principal representação partidária do neoliberalismo no país. O reformismo de centro-esquerda de Lula atraiu a classe média, trouxe benefícios aos pobres e, num momento de prosperidade, deixou a oposição sem um discurso que veiculasse um projeto alternativo ao país.
Na falta de uma estratégia focada em políticas econômicas e sociais, à oposição restou o ataque à corrupção. Isto não foi fácil. Em primeiro lugar, era preciso convencer a sociedade de que a corrupção era um traço distinto da administração do PT, ao invés de uma prática arraigada no Estado brasileiro que, por séculos, foi comandado por aquelas mesmas forças conservadoras em benefício das elites do país. Em segundo lugar, era preciso que tais ataques enfraquecessem não apenas o governo ou o partido, mas Lula, pessoalmente. Não funcionou. Apesar do mensalão, Lula derrotou Geraldo Alckmin.
Entretanto, não era nem o Democratas, nem o PSDB, o grande articulador da estratégia conservadora focada no ataque à corrupção. Foi a grande mídia tradicional, através de reportagens baseadas em versões e boatos, e de uma cobertura tendenciosa e desproporcional dos fatos. Seja em sua forma partidária ou em sua versão midiática, o ataque conservador à corrupção contribuiu mais para gerar crises de governabilidade do que para combater este terrível problema. Afinal, o ataque era muito mais fruto do oportunismo das forças sociais conservadoras do que de um compromisso com a ética no serviço público. Fosse isto teriam expurgado a corrupção do aparato estatal durante os 500 anos em que governaram o país, certo?
Bom, mas há um lado positivo nisso tudo. À medida em que o brasileiro se acostuma com a democracia, consegue emprego formal, obtém aumento salarial, e alcança um padrão de consumo de classe média, outros problemas – como a corrupção – passam a ganhar mais destaque em sua “agenda de preocupações”. Isso provavelmente aconteceria mesmo sem a pressão da mídia e me remete a algo que o Fernando Henrique chamou uma vez de “pedagogia da democracia”. É a este aspecto do problema que a administração de Dilma deve se voltar. Mais especificamente, é salutar que deixe a estratégia defensiva adotada no governo Lula (de tentar “blindar” o governo sem promover uma “faxina”) para uma estratégia ofensiva (promovendo de fato a “faxina”).
As dificuldades da nova estratégia estão na manutenção do apoio ao governo no Congresso, pois lideranças políticas envolvidas em casos de corrupção acabam afastadas da administração federal, e na perda do foco em outras prioridades do Estado (como o enfrentamento da crise mundial através de ajuste fiscal e política industrial). Por outro lado, seus benefícios estão em satisfazer demandas genuínas do eleitorado contra a imoralidade no serviço público, em aprimorar a gestão pública, e em esvaziar o conservadorismo do único discurso que lhe restou (o do combate a corrupção).
O sentido político da “faxina” de Dilma
Por Felipe Amin Filomeno, no Outras Palavras
O que a “faxina” que a presidente Dilma Rousseff está realizando nos ministérios tem a dizer sobre a conjuntura social do Brasil contemporâneo? Num sentido amplo, é um fenômeno político implicado na trajetória de crescimento econômico com equidade social promovida desde 2003 pelas administrações do PT. Ao longo desta trajetória, as forças sociais conservadoras foram esvaziadas de um discurso crítico sobre política econômica e social, tendo que concentrar seus esforços em ataques à corrupção. Por outro lado, à medida em que a democracia se fortalece e problemas sócio-econômicos são minimizados, segmentos politicamente conscientes da sociedade tendem a apresentar novas demandas ao Estado, tal como o combate à corrupção.
A novidade de Dilma pode ser a passagem de uma estratégia defensiva para outra de ataque, capaz de enfraquecer ainda mais as forças conservadoras. A “social democracia globalizada” de Lula trouxe aumento da massa salarial e do nível de emprego, redução das desigualdades e incorporação de milhares de brasileiros à classe média. Como estratégia politicamente moderada de desenvolvimento, envolveu a criação de uma ampla coalizão de centro-esquerda, tendo PT e PMDB como componentes principais. Para os intelectuais de esquerda e movimentos sociais mais radicais, a agenda meramente reformista de Lula foi uma decepção. O que estes talvez não tenham percebido é que foi justamente a “moderação” de Lula uma das principais causas de uma grande vitória da esquerda brasileira: a anulação do Democratas, principal representação partidária do neoliberalismo no país. O reformismo de centro-esquerda de Lula atraiu a classe média, trouxe benefícios aos pobres e, num momento de prosperidade, deixou a oposição sem um discurso que veiculasse um projeto alternativo ao país.
Na falta de uma estratégia focada em políticas econômicas e sociais, à oposição restou o ataque à corrupção. Isto não foi fácil. Em primeiro lugar, era preciso convencer a sociedade de que a corrupção era um traço distinto da administração do PT, ao invés de uma prática arraigada no Estado brasileiro que, por séculos, foi comandado por aquelas mesmas forças conservadoras em benefício das elites do país. Em segundo lugar, era preciso que tais ataques enfraquecessem não apenas o governo ou o partido, mas Lula, pessoalmente. Não funcionou. Apesar do mensalão, Lula derrotou Geraldo Alckmin.
Entretanto, não era nem o Democratas, nem o PSDB, o grande articulador da estratégia conservadora focada no ataque à corrupção. Foi a grande mídia tradicional, através de reportagens baseadas em versões e boatos, e de uma cobertura tendenciosa e desproporcional dos fatos. Seja em sua forma partidária ou em sua versão midiática, o ataque conservador à corrupção contribuiu mais para gerar crises de governabilidade do que para combater este terrível problema. Afinal, o ataque era muito mais fruto do oportunismo das forças sociais conservadoras do que de um compromisso com a ética no serviço público. Fosse isto teriam expurgado a corrupção do aparato estatal durante os 500 anos em que governaram o país, certo?
Bom, mas há um lado positivo nisso tudo. À medida em que o brasileiro se acostuma com a democracia, consegue emprego formal, obtém aumento salarial, e alcança um padrão de consumo de classe média, outros problemas – como a corrupção – passam a ganhar mais destaque em sua “agenda de preocupações”. Isso provavelmente aconteceria mesmo sem a pressão da mídia e me remete a algo que o Fernando Henrique chamou uma vez de “pedagogia da democracia”. É a este aspecto do problema que a administração de Dilma deve se voltar. Mais especificamente, é salutar que deixe a estratégia defensiva adotada no governo Lula (de tentar “blindar” o governo sem promover uma “faxina”) para uma estratégia ofensiva (promovendo de fato a “faxina”).
As dificuldades da nova estratégia estão na manutenção do apoio ao governo no Congresso, pois lideranças políticas envolvidas em casos de corrupção acabam afastadas da administração federal, e na perda do foco em outras prioridades do Estado (como o enfrentamento da crise mundial através de ajuste fiscal e política industrial). Por outro lado, seus benefícios estão em satisfazer demandas genuínas do eleitorado contra a imoralidade no serviço público, em aprimorar a gestão pública, e em esvaziar o conservadorismo do único discurso que lhe restou (o do combate a corrupção).
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